O Grupo
As nossas fundações.
O Grupo Átila reúne empresas que fazem coisas diferentes e trabalham da mesma maneira. Não é uma holding que compra e espera, nem um nome bonito por cima de gente que não se conhece.
São quatro ofícios: operações e processos, inteligência artificial, visibilidade digital e formação.
Por agora quatro. Cada um tem o seu nome, os seus clientes e o seu caminho. O que os junta não é um organigrama.
São estas sete coisas.
O que fazemos por quem nos contrata
Cumprimos a palavra
A confiança é consistência ao longo do tempo. Não há outra forma de a construir e não há atalho.
Tentamos fazer o que dissemos que íamos fazer, quando dissemos que o faríamos. Gostávamos de tirar o «tentamos» da frase, mas somos humanos e às vezes falhamos. A intenção, essa, é firme.
Aparecer a horas numa chamada, responder depressa quando alguém precisa, cumprir o que ficou combinado sem mudar as regras pelo caminho. Quando falhamos, queremos que nos digam, para corrigirmos.
Ficamos
Não entregamos e desaparecemos, e isso não é um detalhe comercial. É a diferença entre alguém que passa e alguém que fica.
Nada muda de verdade numa semana. Muda ao longo de meses de atenção continuada, de ajustes pequenos, de alguém que conhece o histórico e não precisa que lhe expliquem tudo outra vez.
Chegamos antes
Vamos à frente de quem nos contrata, não atrás. Se vemos alguma coisa a travar o negócio, dizemos, mesmo que ninguém tenha perguntado.
Não pedimos licença ao mercado para experimentar. Testamos, medimos, e o que não resulta morre depressa, sem cerimónia e sem defesa de ego.
Preferimos chegar antes de sermos esperados a chegar tarde com uma boa desculpa.
Como decidimos
Úteis, não impressionantes
Se procuras fatos com folhas de cálculo a explicar-te o teu próprio negócio, vais ficar desiludido.
Não temos fórmula fixa para o nosso envolvimento. Entramos onde somos úteis e saímos de onde não somos. Muitas vezes isso é trabalho invisível que ninguém vai elogiar, e está bem assim.
Ao não decidir pelo que parece bem lá fora, decide-se pelo que torna o negócio mais forte. Crescer por crescer não entra. Cortar para parecer bem num trimestre também não.
Quem faz, decide
Não há camadas de aprovação nem gestores a levar recados entre quem pensa e quem executa. Quem faz o trabalho fala com o cliente e defende as suas escolhas.
Damos contexto e responsabilidade, não instruções. É mais lento no início e muito mais rápido depois.
Errar depressa não se penaliza. Esconder um erro, sim.
Como nos relacionamos
Falamos claro
Sem jargão para parecer difícil, sem relatórios para encher espaço, sem boas notícias inventadas.
Se alguma coisa correu mal, quem nos contratou sabe no próprio dia. Preferimos a conversa desconfortável agora à surpresa daqui a três meses.
E sabemos dizer que não. Quando achamos que uma ideia não presta, dizemos, mesmo quando concordar era mais fácil.
Sem dramas
As empresas são pessoas a tentar fazer alguma coisa juntas. A vida é curta e há escolhas a fazer, por isso escolhemos trabalhar com pessoas de quem gostamos, em coisas que interessam.
Temos pouca paciência para jogos de bastidores, comunicação descuidada e drama. Queremos relações de confiança alta, preparadas para os problemas que hão de vir, porque vêm sempre.
Também nós somos falíveis. Entramos em cada conversa com humildade e assumimos os nossos erros.
Quem anda connosco
Empresas que trabalham com os hunos.
Marcas grandes e empresas que estão a crescer. Todas escolheram ter a horda do seu lado.
- Volkswagen
- Fidelidade
- CR7
- Grupo Your
- Fundo Explorer
- DevScope
- Medialivre
- E muitas outras.Junta-te à horda
Se isto te faz sentido
Não é preciso teres um projeto fechado para falares connosco. Escreve, conta o que estás a tentar fazer, e dizemos com franqueza se somos as pessoas certas.